Eu não tenho nada... O que tenho é do meu Pai!
O que eu nunca vou ser agradeço ao meu Pai!
Você não precisa ter alguma coisa... Pois tudo é Dele!
Além disso, eu tenho o meu próprio sonho.
Todos têm todos os sonhos do mundo!
A minha janela da sala está sempre aberta para Ele entrar!
No meu quarto, de um dos milhões do mundo de pessoas que não
sabem,
Ele sempre vem me visitar...
(E, se você não sabe, é um dos meios de salvação para mim?)
Nós somos a linha contínua e aberta ao mistério da
transição,
Aos segredos do nosso Pai!
A Sua Rua não tem acesso a todos os pensamentos,
Com efeito, específico para um dos verdadeiros inconscientes,
Específico para o impossível,
Às coisas encobertas sob pedras e criaturas...
A parede acima da morte e os cabelos brancos de Homens da
Humanidade,
Provam , sempre provaram, que o nosso destino é dirigir algo ao longo do caminho.
(...).
Antônio Reis, 19/04/2015 – Santa Cruz/RJ